sanções EUA https://radarmetropolitanopr.com O Portal de Notícias da Metrópole do Paraná Thu, 16 Oct 2025 18:05:57 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://radarmetropolitanopr.com/wp-content/uploads/2025/06/cropped-logo-redondo-site-32x32.png sanções EUA https://radarmetropolitanopr.com 32 32 Eduardo Bolsonaro aposta em Trump para viabilizar candidatura ao Planalto https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/16/eduardo-bolsonaro-aposta-em-trump-para-viabilizar-candidatura-ao-planalto/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/16/eduardo-bolsonaro-aposta-em-trump-para-viabilizar-candidatura-ao-planalto/#respond Thu, 16 Oct 2025 19:00:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5430

O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) planeja se lançar candidato à Presidência da República em 2026, mas uma investigação em curso no Supremo Tribunal Federal (STF) ameaça inviabilizar o projeto político. Caso seja condenado, o parlamentar pode se tornar inelegível.

Segundo aliados, Eduardo Bolsonaro tem dito não temer essa possibilidade. Ele acredita que os Estados Unidos, sob a liderança do republicano Donald Trump, atuarão para viabilizar sua candidatura ao Palácio do Planalto.

O deputado sustenta que eventuais sanções a ministros do STF por parte da Casa Branca poderiam ocorrer caso ele seja condenado pelo crime de coação no curso do processo — ele é acusado de tentar pressionar magistrados e interferir no julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Ainda conforme o parlamentar, as sanções americanas foram definidas por Washington, não por ele próprio, e uma eventual reação do governo Trump é considerada inevitável caso o Supremo avance para condená-lo.

Por outro lado, integrantes do Palácio do Planalto avaliam que Eduardo Bolsonaro ficou politicamente isolado após Donald Trump abrir diálogo direto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na semana passada. Durante a ligação entre os dois chefes de Estado, a família Bolsonaro não foi mencionada.

Nesta quinta-feira (15), está prevista uma rodada de negociações entre o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, e o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio. Na pauta, estão temas como o tarifaço e as sanções aplicadas a autoridades brasileiras.

Fonte: Metrópoles

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Eduardo Bolsonaro exalta Marco Rubio e afirma que secretário “conhece regimes totalitários” https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/07/eduardo-bolsonaro-exalta-marco-rubio-e-afirma-que-secretario-conhece-regimes-totalitarios/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/07/eduardo-bolsonaro-exalta-marco-rubio-e-afirma-que-secretario-conhece-regimes-totalitarios/#comments Tue, 07 Oct 2025 16:30:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5246

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) classificou como um “golaço” a escolha do secretário de Estado americano, Marco Rubio, para conduzir as negociações entre Estados Unidos e Brasil. A decisão foi anunciada após a videoconferência realizada nesta segunda-feira (6) entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump.

Segundo o acordo, Rubio será o responsável por dar continuidade ao diálogo com o governo brasileiro, representado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, o chanceler Mauro Vieira e o ministro da Fazenda Fernando Haddad.


Críticas ao STF e elogios a Rubio

Em publicação na rede social X (antigo Twitter), Eduardo exaltou a escolha do novo chefe da diplomacia americana, destacando que Rubio, filho de imigrantes cubanos, “conhece bem a América Latina” e “sabe como funcionam os regimes totalitários de esquerda na região”.

O parlamentar também aproveitou para criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), afirmando que Rubio “sabe como o Judiciário foi instrumentalizado como ferramenta de perseguição política”. Eduardo classificou o Brasil como um “regime de exceção”.

Desde o início do ano, o deputado está nos Estados Unidos, onde tenta sensibilizar o governo Trump para a aplicação de sanções contra o ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que resultou na condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado.


Negociações e tarifas

Na conversa entre Lula e Trump, o governo brasileiro pediu a retirada da sobretaxa de 40% sobre produtos nacionais e o fim das medidas restritivas a autoridades brasileiras, incluindo as sanções aplicadas a ministros do STF.

Em comunicado, o Palácio do Planalto informou que os presidentes dialogaram por 30 minutos em “tom amistoso” e concordaram em se encontrar pessoalmente em breve.

Lula sugeriu um novo encontro durante a Cúpula da ASEAN, na Malásia, e reiterou convite para que Trump participe da COP30, em Belém (PA), em novembro. Segundo o Planalto, o presidente brasileiro descreveu o contato como “uma oportunidade para restaurar as relações amistosas de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”, lembrando que o Brasil é um dos poucos países do G20 com superávit comercial com os EUA.


Contexto das sanções

As sanções e tarifas impostas pelos Estados Unidos foram adotadas em 6 de agosto, sob o argumento de preocupações com o julgamento de Jair Bolsonaro no STF. Além das tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros, o governo americano aplicou sanções individuais a familiares de ministros da Corte, especialmente Alexandre de Moraes, enquadrado na Lei Magnitsky — que prevê punições econômicas a pessoas acusadas de corrupção ou graves violações de direitos humanos.

Fonte: CNN

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Após telefonema entre Lula e Trump, direita aposta em Marco Rubio para conter avanços https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/06/apos-telefonema-entre-lula-e-trump-direita-aposta-em-marco-rubio-para-conter-avancos/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/06/apos-telefonema-entre-lula-e-trump-direita-aposta-em-marco-rubio-para-conter-avancos/#comments Mon, 06 Oct 2025 21:38:40 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5229

A direita brasileira reconhece um revés político após o telefonema entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Donald Trump, realizado nesta segunda-feira (6), que sinalizou avanços nas negociações entre Brasil e Estados Unidos.

Sob reserva, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) consideram uma derrota simbólica o fato de ele — condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e três meses por tentativa de golpe de Estado — não ter sido citado durante a conversa de 30 minutos entre Lula e Trump.

Apesar disso, o grupo bolsonarista demonstra otimismo com a escolha do secretário de Estado, Marco Rubio, para intermediar o diálogo com o governo brasileiro. A expectativa é de que Rubio mantenha a pressão sobre o Planalto e evite recuos nas medidas impostas contra o país, como a sobretaxa de 40% sobre produtos brasileiros e as sanções a autoridades, incluindo o ministro Alexandre de Moraes, do STF.


Bastidores e articulação política

Fontes próximas ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que tem articulado sanções americanas contra o Brasil, afirmam que a pressão de lobistas ligados a empresas brasileiras e a setores produtivos foi decisiva para viabilizar o telefonema entre os presidentes — mesmo diante da resistência de Rubio.

Segundo o grupo, também teve papel importante o enviado presidencial especial dos EUA para Missões Especiais, Richard Grenell, que se reuniu em 15 de setembro com o chanceler Mauro Vieira, em Brasília. O encontro não foi divulgado oficialmente, mas teria contribuído para destravar o diálogo diplomático.

Para aliados de Bolsonaro, a presença de Rubio nas negociações aumenta a pressão sobre Lula, que agora precisa demonstrar resultados concretos e assumir o protagonismo nas tratativas, sem atribuir eventuais impasses à atuação de Eduardo Bolsonaro.


Cenário e expectativas da direita

No cenário mais favorável ao bolsonarismo, a aproximação de Rubio pode permitir que o governo americano questione diretamente Lula sobre supostas perseguições à oposição e violações de direitos humanos — temas que Eduardo Bolsonaro e o comentarista Paulo Figueiredo têm levado às autoridades dos EUA.

Desde julho, o governo Trump mantém uma ofensiva comercial e política contra o Brasil, com tarifas sobre exportações, sanções a autoridades brasileiras e críticas às decisões do Judiciário.

Para o entorno de Bolsonaro, o resultado das negociações com Rubio será determinante para o futuro da relação bilateral e para o posicionamento da direita brasileira no cenário internacional.

Fonte: CNN

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Trump sinaliza reaproximação com Lula após pedido de fim de tarifas contra o Brasil https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/06/trump-sinaliza-reaproximacao-com-lula-apos-pedido-de-fim-de-tarifas-contra-o-brasil/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/10/06/trump-sinaliza-reaproximacao-com-lula-apos-pedido-de-fim-de-tarifas-contra-o-brasil/#comments Mon, 06 Oct 2025 19:40:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5226

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conversou nesta segunda-feira (6/10) por videoconferência com o presidente americano Donald Trump. Na pauta, o fim da tarifa de 40% imposta aos produtos brasileiros e a retirada de sanções aplicadas contra autoridades nacionais, como a cassação de vistos e bloqueios financeiros ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo apuração da BBC News Brasil, o diálogo ocorreu a pedido da Casa Branca. A articulação foi feita na semana anterior por representantes de Trump.

Em nota, o Palácio do Planalto informou que a conversa durou 30 minutos e ocorreu “em tom amistoso”. Lula e Trump concordaram em se encontrar pessoalmente em breve.

“O presidente Lula aventou a possibilidade de encontro na Cúpula da ASEAN, na Malásia; reiterou convite a Trump para participar da COP30, em Belém (PA); e também se dispôs a viajar aos Estados Unidos”, diz o comunicado.

Trump não marcou nova data, mas autorizou que os assessores mantenham as negociações. Durante a conversa, o republicano brincou sobre o mau humor na Assembleia da ONU, mencionando problemas técnicos:

“Pelo menos a ONU serviu para alguma coisa”, teria dito, segundo uma fonte do Planalto.


🤝 Sinalização de aproximação diplomática

Trump afirmou ainda que os Estados Unidos estão “sentindo falta” de alguns produtos brasileiros, citando especialmente o café.
Na rede Truth Social, o presidente americano classificou o diálogo como “ótimo”:

“Discutimos muitos assuntos, mas o foco principal foi a economia e o comércio entre nossos dois países. Teremos novas discussões e nos encontraremos em um futuro não muito distante (…). Gostei da conversa — nossos países se darão muito bem juntos!”

Do lado brasileiro, participaram Geraldo Alckmin, Fernando Haddad, Mauro Vieira, Sidônio Palmeira e Celso Amorim.

“O presidente Lula descreveu o contato como uma oportunidade para a restauração das relações amigáveis de 201 anos entre as duas maiores democracias do Ocidente”, destacou a nota oficial.

Trump designou o secretário de Estado, Marco Rubio, para dar sequência às negociações com Alckmin, Haddad e Vieira.

Ao falar com jornalistas, Alckmin avaliou o diálogo como “bom, descontraído, proveitoso e longo”:

“Foi melhor até do que nós esperávamos. Estamos muito otimistas que a gente vai avançar para o ganha-ganha nessa relação com investimentos recíprocos e equacionamento da questão tarifária.”


⚙ Contexto e impasse comercial

A conversa ocorre após meses de tensão diplomática. Trump havia imposto tarifas de até 50% sobre produtos brasileiros em resposta ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo STF a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

Segundo fontes diplomáticas, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) — filho do ex-presidente — atuou junto à Casa Branca pedindo sanções contra o Brasil e defendendo a anistia de Jair Bolsonaro.

Na véspera da videoconferência, os EUA anunciaram novas sanções sob a Lei Magnitsky, atingindo Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, e a empresa LEX – Instituto de Estudos Jurídicos, ligada à família do ministro.

Trump já havia descrito as medidas como “políticas”, chamando o julgamento de Bolsonaro de “caça às bruxas”.


💬 Críticas internas e bastidores da diplomacia

A demora para o contato entre os dois líderes — mais de dez dias após o anúncio de Trump na ONU — gerou críticas.
O ex-secretário de Comunicação de Bolsonaro, Fábio Wajngarten, minimizou o diálogo:

“A mera ligação entre chefes de Estado que pensam e atuam de maneira absolutamente contrastante não quer dizer absolutamente nada”, escreveu no X.

“Passados dez meses, esse contato apenas evidencia o quanto a política externa atual é retrógrada, lenta e sem tecnicidade”, completou.

Durante seu discurso na ONU, Trump havia dito ter tido uma “química excelente” com Lula. O presidente brasileiro respondeu que esperava um encontro “civilizado” e que trataria o americano com respeito.

“Trump faz 80 anos em junho do ano que vem. Eu faço 80 em outubro deste ano. Não há por que ter brincadeira numa relação entre dois homens de 80 anos de idade”, disse Lula.

O petista destacou ainda que pretende discutir minerais de terras raras e que o Brasil deve ser protagonista no processo industrial, não apenas exportador de matérias-primas.


🧭 Resumo

A conversa entre Lula e Trump representa a primeira reaproximação formal após o início da crise diplomática provocada pelas tarifas comerciais. O governo brasileiro vê o gesto como uma oportunidade de destravar o diálogo político e econômico com Washington.

Fonte: BBC

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Bolsonarismo teme tarifas e até embargo do Brasil após julgamento do STF https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/02/bolsonarismo-teme-tarifas-e-ate-embargo-do-brasil-apos-julgamento-do-stf/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/02/bolsonarismo-teme-tarifas-e-ate-embargo-do-brasil-apos-julgamento-do-stf/#respond Tue, 02 Sep 2025 19:00:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=4525

O núcleo político do bolsonarismo já trabalha com a hipótese de condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no julgamento pela trama golpista na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que começa nesta terça-feira (2). Nos bastidores, aliados avaliam como “favas contadas” o resultado e concentram suas articulações no pós-julgamento.

Segundo interlocutores próximos ao ex-presidente, a expectativa é de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, endureça a postura contra ministros do Supremo, ampliando a aplicação da Lei Magnitsky — já adotada contra Alexandre de Moraes — para outros magistrados que eventualmente votem pela condenação.

Um dos principais aliados de Bolsonaro, com acesso direto à Casa Branca, resumiu: “São favas contadas”. Embora alguns ainda alimentem a possibilidade de que o ministro Luiz Fux peça vista e adie o julgamento, a avaliação predominante é de que a condenação é inevitável.

Lei Magnitsky como “caminho natural”

A aposta de parte dos articuladores bolsonaristas é que a aplicação da Lei Magnitsky a outros ministros do STF se torne um “caminho natural” após a decisão. Fontes envolvidas no processo, contudo, ponderam que esse tipo de sanção não ocorre de forma imediata, pois envolve trâmites burocráticos e diplomáticos nos EUA. Ainda assim, o grupo vê a medida como menos desgastante politicamente e com potencial de abrir espaço para futuras pressões contra outros ministros que não compõem a Primeira Turma.

Temor de tarifas e até embargo

Apesar da expectativa de sanções individuais, aliados de Bolsonaro demonstram preocupação com eventuais retaliações mais duras dos Estados Unidos contra o Brasil. O receio é que Trump decida aumentar tarifas comerciais ou até mesmo impor um embargo — o que teria impacto direto na economia e no cenário eleitoral.

“Trump pode aplicar sanções financeiras e comerciais contra o Brasil, atingindo inclusive empresas de outros países que mantenham negócios aqui”, avaliam aliados, ressaltando que “nada está descartado — quem decide é ele”.

Pressões internas e externas

A pressão por medidas mais duras contra o STF também ganhou força no Brasil. No fim de semana, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), reforçou o discurso a favor da anistia de Bolsonaro no Congresso.

Enquanto isso, nos Estados Unidos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o comentarista Paulo Figueiredo têm reuniões agendadas em Washington nesta semana com integrantes do governo Trump para discutir os efeitos políticos e econômicos do julgamento no STF.

Fonte: G1

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