EUA https://radarmetropolitanopr.com O Portal de Notícias da Metrópole do Paraná Tue, 30 Sep 2025 16:09:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://radarmetropolitanopr.com/wp-content/uploads/2025/06/cropped-logo-redondo-site-32x32.png EUA https://radarmetropolitanopr.com 32 32 EUA colocam Brasil e África do Sul em lista de observação por tráfico humano https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/30/eua-colocam-brasil-e-africa-do-sul-em-lista-de-observacao-por-trafico-humano/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/30/eua-colocam-brasil-e-africa-do-sul-em-lista-de-observacao-por-trafico-humano/#respond Tue, 30 Sep 2025 19:00:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5085

O Departamento de Estado dos Estados Unidos incluiu nesta segunda-feira (29) o Brasil e a África do Sul na lista de observação de tráfico humano, alegando que os dois países não demonstraram avanços suficientes no enfrentamento ao problema. A decisão ocorre em meio a tensões diplomáticas crescentes entre esses governos e a administração Trump.

O relatório anual Trafficking in Persons (TIP), que avalia os esforços globais contra o trabalho forçado, o tráfico sexual e outras formas de escravidão moderna, foi divulgado com quase três meses de atraso após a demissão da maior parte da equipe responsável por sua elaboração.

Segundo o documento, Brasil e África do Sul foram rebaixados para a “Lista de Observação do Nível 2”, categoria que exige maior empenho no combate ao tráfico humano sob risco de sanções dos EUA.

Embora o relatório reconheça “esforços significativos” do governo brasileiro, aponta que foram insuficientes, destacando que houve menos investigações, processos e condenações por tráfico em comparação a anos anteriores.

Sobre a África do Sul, o texto afirma:

“Esforços significativos incluíram o lançamento da primeira força-tarefa subprovincial do país e a condenação de mais traficantes. No entanto, o governo identificou menos vítimas, investigou menos casos e iniciou menos processos.”

Além das críticas, o governo Trump vem impondo tarifas, restrições de visto e sanções financeiras ao Brasil após o julgamento e condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, aliado próximo de Trump. O presidente norte-americano também acusou a África do Sul, sem apresentar provas, de perseguir a minoria branca, ao mesmo tempo em que criou um programa de refúgio para sul-africanos brancos e aplicou tarifas pesadas contra o país.

O secretário de Estado Marco Rubio declarou em comunicado:

“O tráfico humano é um crime horrível e devastador que também enriquece organizações criminosas transnacionais e regimes imorais e antiamericanos.”

Rubio acrescentou que a administração Trump “está dedicada a defender os valores americanos, proteger os trabalhadores americanos e defender nossas comunidades”, sem comentar as classificações específicas atribuídas a cada país.

A divulgação do relatório também gerou questionamentos no Congresso dos EUA. Parlamentares democratas criticaram o atraso, e o subsecretário de Estado Michael Rigas afirmou em julho que o escritório responsável pela produção do documento teve seu quadro reduzido em 71% após cortes que atingiram mais de 1.300 funcionários. Questionado sobre a medida, ele disse que a maioria dos demitidos “estava envolvida apenas na redação de relatórios”.

Fonte: G1

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Críticas à nota do Itamaraty sobre Irã expõem racha entre Congresso e governo https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/23/criticas-a-nota-do-itamaraty-sobre-ira-expoem-racha-entre-congresso-e-governo/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/23/criticas-a-nota-do-itamaraty-sobre-ira-expoem-racha-entre-congresso-e-governo/#respond Tue, 24 Jun 2025 01:15:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=2058 Nota do Ministério das Relações Exteriores condenou os ataques de Israel e dos Estados Unidos contra instalações nucleares iranianas, gerando críticas no Congresso.
Foto: Palácio Itamaraty | Divulgação

O clima esquentou em Brasília. Nesta segunda-feira (24), o deputado Filipe Barros (PL-PR), presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, disparou contra a nota do Itamaraty que condenou os ataques a instalações nucleares do Irã. Segundo Barros, a posição do governo brasileiro estaria “alinhada ao regime de Teerã” e ignora a preocupação global com o programa nuclear iraniano.

Na nota divulgada no domingo (23), o Ministério das Relações Exteriores criticou “com veemência” as ofensivas conduzidas por Israel e, mais recentemente, pelos Estados Unidos contra o Irã. O governo brasileiro afirma que essas ações ferem a soberania iraniana, a Carta da ONU e as diretrizes da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), além de aumentarem os riscos de contaminação radioativa e desastres ambientais.

Barros rebateu, dizendo que a destruição do programa nuclear iraniano atende aos anseios de boa parte do mundo, como a Europa e a Liga Árabe. “Enquanto a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, apelava pelo diálogo, o Brasil condenava EUA e Israel por, supostamente, violarem a soberania do Irã”, criticou o parlamentar.

Ele também classificou o bombardeio norte-americano contra usinas nucleares iranianas, ocorrido no último sábado (22), como “ato corajoso e necessário”, e afirmou que Israel apenas executa o “serviço sujo” desejado por países europeus e árabes que temem o avanço das armas nucleares.

Em resposta, o Itamaraty preferiu não rebater publicamente as declarações. Nos bastidores, diplomatas destacam que o Brasil segue o direito internacional e busca soluções pacíficas, sem “tomar partido”. Eles lembram que a postura da diplomacia foi semelhante quando Israel sofreu ataques do Hamas e quando a Rússia invadiu a Ucrânia. Para esses diplomatas, o governo não se omite em casos claros de violação às regras globais, seja em Gaza, na Cisjordânia, no Líbano ou no Irã.

Esse embate entre Congresso e Itamaraty reflete a divisão política no país sobre a postura internacional do Brasil, além de colocar em foco o difícil equilíbrio entre princípios diplomáticos e os interesses geopolíticos.

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Irã ataca base dos EUA no Catar; mísseis são interceptados e não há vítimas https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/23/ira-ataca-base-dos-eua-no-catar-misseis-sao-interceptados-e-nao-ha-vitimas/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/23/ira-ataca-base-dos-eua-no-catar-misseis-sao-interceptados-e-nao-ha-vitimas/#respond Mon, 23 Jun 2025 19:19:44 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=2030
Imagem: Reuters – UOL divulgação

O Oriente Médio voltou a ser palco de tensão militar neste domingo (23). Mísseis lançados pelo Irã em direção à base aérea de Al-Udeid, no Catar — a maior instalação militar dos Estados Unidos na região — foram interceptados, segundo o governo catariano. Apesar das explosões que ecoaram no céu de Doha, não há registro de vítimas.

O ataque é uma resposta direta aos bombardeios norte-americanos realizados no sábado (21) contra três instalações nucleares iranianas — Fordow, Natanz e Esfahan —, no contexto de uma escalada de tensões iniciada pelo ataque de Israel ao Irã em 13 de junho.

Em comunicado oficial, o Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irã afirmou que a ofensiva teve caráter retaliatório: “As poderosas forças armadas da República Islâmica destruíram a base aérea americana em Al-Udeid”. O texto destaca que o número de mísseis disparados correspondeu à quantidade de bombas usadas pelos EUA no ataque anterior.

Apesar da contundência do comunicado, o Irã fez questão de ressaltar que a ação não teve como alvo a população ou o território soberano do Catar. “Esta ação não representa ameaça ao nosso país amigo e irmão”, informou o governo iraniano, prometendo manter relações “calorosas e históricas” com o vizinho.

A rede Al Jazeera, sediada em Doha, relatou explosões e sinalizadores no céu da capital. O espaço aéreo do país foi fechado temporariamente, e a evacuação da base já havia sido realizada como medida preventiva, diante da escalada regional.

O ministro das Relações Exteriores do Catar, Majed Al Ansari, classificou o ataque como uma violação da soberania nacional. “Nos reservamos o direito de responder de forma proporcional à agressão sofrida”, afirmou o chanceler, destacando que a ação foi frustrada pelas defesas aéreas do país.

O pano de fundo: o temor nuclear

A ofensiva iraniana surge em um contexto marcado por acusações crescentes contra o programa nuclear do país. Israel vem alegando que Teerã está próximo de desenvolver uma arma atômica — o que motivou o ataque israelense em 13 de junho. Na sequência, os EUA miraram diretamente as instalações nucleares do Irã, reacendendo o alerta global.

O Irã nega as acusações, assegurando que seu programa é voltado exclusivamente para fins pacíficos. Mesmo sem provas conclusivas de que o país esteja fabricando armas nucleares, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) tem criticado o governo iraniano por falta de transparência. Em contrapartida, Teerã acusa a AIEA de agir sob influência de potências ocidentais, como Estados Unidos, França e Reino Unido.

A tensão ganha ainda mais contornos geopolíticos com a retomada do discurso de Donald Trump, presidente dos EUA, que passou a questionar relatórios anteriores de sua própria inteligência — os quais indicavam que o Irã não buscava construir armas nucleares.

Enquanto o Irã é alvo de sanções e pressões diplomáticas, Israel, que historicamente se opõe a um Irã nuclear, jamais reconheceu oficialmente seu próprio arsenal. Diversas investigações, no entanto, apontam que o país possui cerca de 90 ogivas desde a década de 1950 — embora não seja signatário do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares.

Com a escalada atual, o cenário no Oriente Médio se torna ainda mais volátil. Embora o ataque ao Catar não tenha deixado vítimas, a mensagem do Irã é clara: a retaliação entrou em curso. A pergunta que permanece é: até onde vai essa guerra de nervos?

Fonte: Agência Brasil

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Ao condenar EUA contra o Irã, governo Lula reforça alinhamento com ditaduras https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/22/ao-condenar-eua-contra-o-ira-governo-lula-reforca-alinhamento-com-ditaduras/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/06/22/ao-condenar-eua-contra-o-ira-governo-lula-reforca-alinhamento-com-ditaduras/#respond Sun, 22 Jun 2025 23:30:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=1990 Comunicado oficial do governo Lula contra a ofensiva americana no Irã reacende críticas sobre a proximidade do Brasil com regimes autoritários.
André Ribeiro/TheNews2/Estadão Conteúdo e Seth Wenig/Pool via Reuters

Governo Lula critica bombardeio dos EUA

O governo Lula classificou o bombardeio dos Estados Unidos contra três instalações nucleares do Irã como uma “violação da soberania” e do direito internacional. A nota oficial, divulgada pelo Itamaraty neste domingo (22), reforça o alinhamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com ditaduras e regimes autoritários. A oposição reagiu duramente, criticando a postura do governo federal.

Operação contra o Irã

No último dia 13, Israel lançou a “Operação Leão Ascendente”, alegando que o regime dos aiatolás estaria próximo de obter uma arma nuclear. O então presidente americano Donald Trump respondeu autorizando o bombardeio contra as usinas nucleares de Fordow, Natanz e Esfahan, executado na noite de sábado (21).

Netanyahu e Trump defendem a força contra o Irã

O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu disse que ele e Trump defendem a estratégia de “paz por meio da força”, destacando que “primeiro vem a força, depois a paz”. Já o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) publicou fotos com Trump e Netanyahu, com a legenda: “Dê-me 50% da Câmara e 50% do Senado que eu mudo o destino do Brasil”.

Família Bolsonaro reforça apoio à ofensiva

O deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos, afirmou que “bandidos e ditadores só entendem a linguagem da força”. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) compartilhou um vídeo do apresentador Ratinho, que criticou o governo Lula por focar em conflitos externos enquanto negligencia os problemas internos: “O governo Lula não consegue fazer o arroz com feijão e quer se meter na guerra da Ucrânia, de Israel e Irã”.

Diplomacia em xeque

O senador Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou que o Brasil precisa retomar uma postura equilibrada. “Defender Israel é defender a democracia e os direitos humanos. Não podemos nos calar diante das ameaças do Irã contra Israel”, disse. Sergio Moro (União-PR) alertou que o país segue despreparado: “Enquanto isso, o Brasil continua despreparado e completamente desorientado na ordem internacional”.

Marcon e a defesa de Trum

O deputado Mauricio Marcon (Podemos-RS) foi mais direto, comemorando o ataque: “Eu amo esse cara. Que bênção ter Trump como presidente americano. Obrigado, Deus, por ter salvo a sua vida”, publicou ao compartilhar o vídeo com o pronunciamento do republicano.

Histórico de alinhamento

A oposição já havia condenado a nota do Itamaraty após a ofensiva israelense contra o Irã no último dia 13. Na ocasião, o governo petista disse que a ação era uma “clara violação” da soberania iraniana e do direito internacional.

Além disso, Lula acusou Israel de “genocídio” contra o povo palestino reiteradas vezes desde o início do conflito entre Hamas e Israel, em outubro de 2023. Por isso, foi declarado “persona non grata” por Israel em 2024, depois de comparar a resposta israelense contra o Hamas às mortes no Holocausto.

Críticas no G7

Na cúpula do G7, Lula voltou a criticar Israel pela “matança indiscriminada de milhares de mulheres e crianças” na Faixa de Gaza e apontou que o recente conflito entre Irã e Israel pode ter impactos globais: “Os recentes ataques de Israel ao Irã ameaçam fazer do Oriente Médio um campo de batalha global, com consequências inestimáveis”, declarou, divergindo do tom adotado pelos países do G7.

Proximidade com ditadore

As críticas à condução da política externa se agravaram quando Lula participou das comemorações dos 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial em Moscou e se reuniu com o ditador russo Vladimir Putin. O evento teve a presença de ao menos 20 representantes de países autoritários, como os presidentes de Cuba, Miguel Díaz-Canel, e da Venezuela, Nicolás Maduro.

Ao rebater as críticas, Lula disse que a viagem serviu para reforçar o multilateralismo. Ele também tentou emplacar um acordo com a China para o cessar-fogo entre Rússia e Ucrânia — sem sucesso — e pediu que Putin participasse pessoalmente das negociações com o ucraniano Volodymyr Zelensky em Istambul, o que não ocorreu.

Democracia e censura

Eleito com um discurso em defesa da democracia, Lula também pediu ao ditador chinês Xi Jinping que enviasse um assessor para debater a regulação das redes sociais no Brasil, com foco no TikTok. Na China, redes como Google, Facebook e YouTube são banidas, e o TikTok (Douyin) segue rígidas regras de censura e vigilância.

Análise do editor

A postura do governo Lula escancara uma política externa cada vez mais alinhada a regimes autoritários e distantes das democracias ocidentais. Essa aproximação, além de corroer a imagem do Brasil no exterior, levanta questionamentos urgentes sobre a coerência entre o discurso democrático e a prática diplomática do atual governo.

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Governo brasileiro adota cautela diante de possível sanção dos EUA a Alexandre de Moraes https://radarmetropolitanopr.com/2025/05/31/governo-brasileiro-adota-cautela-diante-de-possivel-sancao-dos-eua-a-alexandre-de-moraes/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/05/31/governo-brasileiro-adota-cautela-diante-de-possivel-sancao-dos-eua-a-alexandre-de-moraes/#respond Sat, 31 May 2025 16:37:56 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=831 Autoridades classificam decisão como imprevisível e avaliam resposta diplomática em caso de medida mais dura

Foto: (Ton Molina/Fotoarena/)

O governo brasileiro acompanha com atenção a possibilidade de os Estados Unidos aplicarem sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Fontes oficiais classificam o cenário como incerto e afirmam que qualquer decisão por parte do governo norte-americano ainda é considerada uma incógnita.

A preocupação aumentou após os EUA anunciarem restrições de visto a autoridades estrangeiras envolvidas em ações que possam ser interpretadas como censura a empresas norte-americanas. A medida gerou especulações sobre possíveis sanções direcionadas a Moraes, especialmente em setores da direita brasileira.

Diante disso, o Palácio do Planalto e o Itamaraty mantêm uma postura de cautela. A orientação é evitar declarações públicas ou reações precipitadas. No entanto, integrantes do governo indicam que, caso uma sanção direta seja confirmada, a resposta será institucional e diplomática.

Segundo fontes ouvidas, o entendimento do governo é que decisões judiciais envolvendo o ambiente digital estão inseridas no escopo da soberania nacional. Eventuais ações externas que interfiram nesse campo podem ser interpretadas como uma questão de Estado.

A diplomacia brasileira também prepara alternativas para se posicionar de forma moderada, caso necessário, evitando escaladas ou tensões bilaterais. Internamente, há o entendimento de que setores políticos estariam tentando provocar uma crise internacional em torno do tema, o que reforça a estratégia de prudência adotada pelo governo.

Por ora, não há previsão de manifestações públicas ou medidas formais, mas o assunto permanece sob monitoramento constante.

Fonte: CNN BRASIL

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