Carlos Bolsonaro https://radarmetropolitanopr.com O Portal de Notícias da Metrópole do Paraná Tue, 30 Sep 2025 16:17:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://radarmetropolitanopr.com/wp-content/uploads/2025/06/cropped-logo-redondo-site-32x32.png Carlos Bolsonaro https://radarmetropolitanopr.com 32 32 Bolsonaro tem crise de soluços e vômitos, mas não será internado, diz médico https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/30/bolsonaro-tem-crise-de-solucos-e-vomitos-mas-nao-sera-internado-diz-medico/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/09/30/bolsonaro-tem-crise-de-solucos-e-vomitos-mas-nao-sera-internado-diz-medico/#respond Tue, 30 Sep 2025 20:00:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=5088

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não precisará ser levado ao hospital após apresentar uma forte crise de soluços no fim da tarde desta segunda-feira (29), segundo informou à CNN o médico Carlos Birolini. Mais cedo, o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou em rede social que o pai enfrentava episódios intensos de soluço e chegou a ter “quatro episódios de vômito”, o que levou a família a cogitar levá-lo ao pronto-socorro.

De acordo com a CNN, a visita de Birolini já estava programada para retirar os pontos da cirurgia realizada em 14 de setembro, quando Bolsonaro removeu lesões de pele posteriormente diagnosticadas como cancerígenas. A consulta coincidiu com o mal-estar do ex-presidente.

Assim que souberam da situação, aliados foram até o condomínio onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Entre eles, estavam o senador Magno Malta e o deputado Delegado Caveira.

Desde o início da medida cautelar, Bolsonaro já foi levado três vezes ao hospital: em 16 de agosto, para tratar refluxo e soluços refratários; em 14 de setembro, para retirada das lesões na pele; e em 16 de setembro, após novo quadro de soluço, vômito e pressão baixa.

Nesta segunda, mais cedo, Bolsonaro também recebeu a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), além dos filhos Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Jair Renan (PL-SC).

Fonte: CNN

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STF: Moraes usa posts de filhos para justificar prisão domiciliar de Jair Bolsonaro https://radarmetropolitanopr.com/2025/08/05/stf-moraes-usa-posts-de-filhos-para-justificar-prisao-domiciliar-de-jair-bolsonaro/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/08/05/stf-moraes-usa-posts-de-filhos-para-justificar-prisao-domiciliar-de-jair-bolsonaro/#respond Tue, 05 Aug 2025 19:00:00 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=3777

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro citando postagens feitas por seus filhos Flávio e Eduardo Bolsonaro durante as manifestações deste domingo (3). Segundo a decisão, as publicações representariam uma violação à proibição imposta a Bolsonaro de se manifestar nas redes sociais, ainda que por intermédio de terceiros.

A medida foi tomada no âmbito da investigação contra Eduardo Bolsonaro, que havia sido aberta a pedido do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ). O inquérito acusa o parlamentar dos crimes de atentado à soberania nacional, abolição do Estado Democrático de Direito, coação no curso do processo e obstrução de investigações sobre organização criminosa. A investigação também foi estendida ao ex-presidente, após pressão junto aos Estados Unidos para sancionar Moraes — o presidente Donald Trump incluiu o ministro na Lei Magnitsky.

Durante o ato em Copacabana, no Rio de Janeiro, o senador Flávio Bolsonaro ligou para o pai, que falou brevemente ao público: “Boa tarde, Copacabana, boa tarde, Brasil. Um abraço a todos, é pela nossa liberdade. Estamos juntos”. O vídeo, postado e posteriormente apagado do Instagram de Flávio, foi citado por Moraes para fundamentar sua decisão.

O ministro também destacou outra publicação em que Flávio, de cima de um carro de som, agradeceu aos EUA: “Thank you, America, for helping us to rescue our democracy”. Na decisão, Moraes interpretou a postagem como apoio às sanções econômicas impostas por Trump. Contudo, o conteúdo não fazia referência direta à tarifa de 50% sobre exportações brasileiras.

Além disso, Moraes mencionou uma fala de Eduardo Bolsonaro durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, quando disse: “Só meu muito obrigado. Sozinho a gente não faz nada, mas com fé em Deus nós venceremos!”. Para o ministro, a declaração corroboraria uma “atuação coordenada” dos filhos do ex-presidente com intuito de pressionar o STF.

O magistrado também citou uma postagem de Carlos Bolsonaro, na qual o vereador escreveu:
“Alexandre de Moraes pode tentar, mas não vai conseguir calar um país inteiro. Sigam @jairbolsonaro”.
Segundo Moraes, a mensagem violaria a restrição de uso de redes sociais pelo ex-presidente.

Outro ponto mencionado foi a ação do deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), que mostrou a multidão na Paulista a Bolsonaro em chamada de vídeo. “Bolsonaro não pode falar, mas pode ver”, disse o parlamentar durante o ato.

Críticas à decisão

A medida foi alvo de críticas de juristas. O advogado André Marsiglia classificou a decisão como “ainda mais grave” do que a que proibiu Bolsonaro de usar redes sociais. “Punir o ex-presidente por atos de terceiros que apenas republicaram conteúdos seus é frontalmente ilegal. Viola o artigo 5º, inciso XLV, da Constituição”, afirmou. Ele também comparou a decisão a uma “fishing expedition”, ou seja, uma investigação sem foco definida, em busca de elementos para futuras acusações.

Já o advogado e comentarista político Luiz Augusto Módolo avaliou que a medida representa um “microgerenciamento judicial”. “Com todo respeito, o STF se rebaixou. Está sempre num modo de microgerenciamento: verifica se uma presa do 8 de janeiro pode fazer pilates, se Bolsonaro deu uma entrevista proibida ou se Daniel Silveira pode fazer tratamento de saúde”, disse.

Módolo ainda questionou a indefinição sobre visitas durante a prisão domiciliar. “Se Michele mora com ele, não é visita. Mas virá o microgerenciamento do STF, apertando ainda mais o cerco, sufocando cada vez mais Bolsonaro, até que venha de vez a prisão comum”, concluiu.

Fonte: Gazeta do Povo

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