AndersonTeixeira https://radarmetropolitanopr.com O Portal de Notícias da Metrópole do Paraná Sat, 05 Jul 2025 12:26:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://radarmetropolitanopr.com/wp-content/uploads/2025/06/cropped-logo-redondo-site-32x32.png AndersonTeixeira https://radarmetropolitanopr.com 32 32 Afastado: presidente do Sindimoc é investigado por desvio de R$ 600 mil https://radarmetropolitanopr.com/2025/07/05/afastado-presidente-do-sindimoc-e-investigado-por-desvio-de-r-600-mil/ https://radarmetropolitanopr.com/2025/07/05/afastado-presidente-do-sindimoc-e-investigado-por-desvio-de-r-600-mil/#respond Sat, 05 Jul 2025 12:26:20 +0000 https://radarmetropolitanopr.com/?p=2637 Anderson Teixeira é denunciado pelo MPPR por 157 crimes; investigação revela apropriação de verbas para gastos pessoais e familiares
Foto: Átila Alberti/Tribuna do Paraná.

O presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), Anderson Teixeira, foi afastado do cargo nesta sexta-feira (5) por determinação judicial. A medida ocorre no âmbito de uma investigação do Ministério Público do Paraná (MPPR), que apura o desvio de R$ 607 mil da entidade sindical.

A operação, conduzida pelo Núcleo de Análise de Inquéritos Policiais (Naip) do MPPR, cumpriu dois mandados de busca e apreensão em imóveis ligados a Teixeira — um em Curitiba e outro em Mandirituba. O foco foi localizar dinheiro em espécie e outros materiais relacionados aos crimes investigados.

157 crimes de peculato

Segundo o MPPR, Anderson Teixeira e mais seis pessoas — incluindo seu irmão, que atua como advogado do sindicato — foram denunciados por 120 atos criminosos envolvendo apropriação indevida de recursos. O presidente do Sindimoc responde a 157 crimes de peculato.

As apurações revelam que o dinheiro desviado teria sido usado em benefício próprio e familiar, incluindo gastos com compras de bebidas alcoólicas e outros itens de consumo pessoal, sem qualquer relação com as atividades do sindicato.

Investigação se arrasta desde 2010

A denúncia foi apresentada à 10ª Vara Criminal de Curitiba em maio de 2025, mas a investigação se arrasta desde 2010. Agora, com o afastamento judicial do presidente, o MP busca evitar que as práticas se repitam ou que provas sejam comprometidas.

Teixeira nega irregularidades

Em entrevista à RPC, Anderson Teixeira disse estar colaborando com as investigações e afirmou que o MP “quer prejudicar sua imagem” mesmo com todos os documentos sendo disponibilizados:

“Diretores se disponibilizaram, pessoas próximas abriram contas, prestaram depoimento… e mesmo assim o MP insiste em tentar nos prejudicar.”

A defesa promete reagir judicialmente às acusações.

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