Saúde, Previdência e Educação concentram maiores gastos; orçamento líquido chega a R$ 13,8 bilhões e investimento previsto mantém recorde de 2025

(Foto: Kim Tolentino/CMC)

A Câmara Municipal de Curitiba (CMC) encerra o primeiro semestre legislativo nesta segunda-feira (30) com a votação em segundo turno da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. A proposta do Executivo projeta um orçamento recorde de R$ 15,6 bilhões, crescimento de 7,5% em relação ao orçamento atual.

Descontadas as despesas intraorçamentárias, o valor líquido disponível para serviços públicos será de R$ 13,8 bilhões, com foco em áreas essenciais:

  • Saúde: 21,63%
  • Previdência: 21,04%
  • Educação: 19,14%
  • Urbanismo: 9,64%
  • Administração: 6,71%

Também estão previstos R$ 1,07 bilhão em investimentos e R$ 337,3 milhões para reserva de contingência. As despesas com pessoal somarão R$ 7,1 bilhões, e o pagamento da dívida pública exigirá R$ 372 milhões.

A LDO foi aprovada em primeiro turno por unanimidade na última quarta-feira (25), com 29 votos favoráveis. Duas emendas da oposição foram incorporadas ao texto, com apoio do governo:

  • Ampliação de metas de controle da fauna urbana (de 3 para 10 ações), com foco na esporotricose animal.
  • Aumento de ações de saúde ocupacional de 1 para 4, com redução de metas promocionais ligadas ao turismo.

As emendas foram apresentadas pela vereadora Giorgia Prates (PT) em coautoria com Angelo Vanhoni (PT), Camilla Gonda (PSB), Professora Angela (PSOL) e Vanda de Assis (PT). O líder do governo, Serginho do Posto (PSD), sinalizou apoio.

Além da LDO, os vereadores analisam outros requerimentos, incluindo a proposta de recriação da Frente Parlamentar do Samba e das Políticas Culturais, que será o 13º grupo suprapartidário da atual legislatura.

Fonte: Câmara de Curitiba

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *